Exato, hoje eu senti uma vontade desesperadora de fazer um Blog. Já tive vários, mas todos eram uma porcaria. Não que esse vá salvar os demais, mas agora eu tenho algo a contar, algo melhor do que as notícias das minhas bandas favoritas, melhor até do que a minha rotina. Começaria isso agora, se não fosse a porra da tecnologia. Sei que ter um lugar na Internet onde se possa publicar as próprias idéias não é algo muito tecnológico e recente, mas meu Deus, não pensei que fosse enfrentar tantas dificuldades assim. Primeiro eu gostaria de me livrar desse layout feio, sabe? Pensei em alguma coisa mais "arrumadinha", com meu jeito. Tudo bem, não consegui. Segundo, eu estava querendo mesmo explicar o significado desse título e falar justamente sobre eles em geral, no entanto, graças ao primeiro impasse, apenas alimentei o meu desalento de escrever. Terceiro, se isso for mais um motivo para a enumeração dos meus problemas, me sinto uma senhora falando assim.
Depois de um breve desabafo, chegou a hora de me recompor e contar que apesar de estranho, "O Gracejo das Ostras" se encaixou melhor para um endereço pouquíssimo acessado. Na verdade, gostaria de ter colocado "A Graça das Ostras", talvez isso tenha gerado a minha impaciência e nervosismo, o fato de não poder usar acentos e "ç" na barra de endereços. A minha imaginação pediu este nome e tive que contrariá-la, me desculpe, querida.
Por fim, as ostras começaram a me encantar atualmente. Acho que a primeira vez que vi uma , foi naquele desenho "A Pequena Sereia" e ainda como era muito criança, não sabia que ela realmente existia. Não a Pequena Sereia, mas sim a ostra.
Depois de algum tempo que vim aprender que elas eram Moluscos maravilhosos. Com suas conchas contraídas, eu nunca imaginei que houvesse algo ali dentro, preso e altamente protegido. Acontece que, por esses dias, eu percebi que os seres humanos poderiam ser substituídos por elas. Sim! Elas não têm sentimento e transformam coisas inúteis em pérolas! Okay, eu vou continuar usando a minha sensibilidade antes que tudo vire uma grande merda. A graça delas é exatamente isso, capturar estranhos e torná-los seus hóspedes brilhantes, até que algum idiota venha roubar seu segredo, deixando-o exposto nos pescoços de Socialites que mal sabem ler. Além disso, elas servem também como alimento para as mesmas Socialites que mal sabem o que é o Sistema Digestório. O gracejo das ostras é o poder que elas têm em esconder o que as cerca, sendo totalmente discretas e invisíveis, fazendo-nos esquecer de suas existências e mesmo assim, serem úteis para inúteis.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário